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24 de julho de 2009

BROMANCE - "EU TE AMO, CARA"

A palavra Bromance, surgida em 1990, é a junção das palavras em inglês brother (irmão) e romance (romance, mesmo); e que em sua melhor tradução para o português significa amor fraternal. Mas na realidade, é a palavra que define o amor intenso, estritamente não gay, entre homens heterossexuais. ESTRITAMENTE NÃO GAY, eu disse.

Brad Pitt, por exemplo, apesar de Angelina Jolie e dos seis filhos, manteve intocado em seu coração aquele lugarzinho todo especial ocupado por George Clooney. Os comediantes Will Ferrell e John C. Reilly também se descobriram assim, no trabalho: interpretaram amigos que se amam acima de tudo em Ricky Bobby - A toda Velocidade, constataram que o sentimento era real e agora estão a toda hora juntos. Outros exemplos são Ben Affleck e Matt Damon e Bill Clinton e Al Gore.

Muitos filmes do aclamado roteirista Judd Patow já mostraram secundariamente esse tema abordado, como em "O Virgem de 40 Anos", "Superbad!", "É Hoje" e "Pineapple Express" - todos excelentes, recomendo-os! Porém nunca nenhum abordou tão bem a temática quanto no filme "Eu Te Amo, Cara" - de John Hamburg, que extreou nessa sexta (24/07) aqui no Brasil. O filme se apropria da idéia lançada nos filmes de Pattow com perfeição.
Conta a história de um homem (Paul Rudd, de "O Virgem de 40 Anos") que, perto de se casar, percebe que não tem muitos amigos homens e nenhum pra chamar para ser seu padrinho. Aí, depoi sde desenrolar um pouco a história, acaba conhecendo um sujeito ( Jason Segel, de "Forgetting Sarah Marshall", com o qual rola uma química absurda - ele é tudo o que o protagonista não fez ou não viveu na vida.
O filme - com o enredo sensacional e o elenco surpreendente - parece ser muito bom! Agora é só conferir nas telonas, e ver se John afinal conseguiu fazer um trabalho à altura de Judd.

Espero que gostem do filme, depois de assistir me digam o que acharam (;
Olhaissodaí.
C.

A PROPOSTA - IMPERDÌVEL!

Ontem pela noite fui aos cinemas, imaginando ver Inimigos Públicos; mas aí descobri que só extréia sexta-feira. ¬¬ Daí resolvemos ver o que tinha no mesmo horário: A Proposta, que parecia ser uma comédia romântica como qualquer outra, com algumas poucoas cenas engraçadas, nada de impressionar ninguém, água com açúcar. E esse foi meu erro: não prestar atenção no elenco de peso que protagoniza o filme: a bela e completamente competente em fazer comédia Sandra Bullock, e o não tão famoso e não tão bem atuante - mas não menos merecedor de elogios pelo longa - Ryan Reynolds.

No filme, Sandra é uma chefe tão infernal que, quando circula pelo escritório da editora de livros em que é editora-chefe, os funcionários vão avisando uns aos outros sobre seus movimentos: ser flagrado distraído é garantia de humilhação pública. Margaret Tate, sua personagem, lê relatórios enquanto se exercita, não devolve o bom-dia de subalternos, marcha, em vez de caminhar, e nunca avisa que uma conversa terminou – apenas passa a ignorar o outro. Até a maneira como se arruma, com terninhos bem cortados e rabos de cavalo esticadíssimos, parece ser calculada para torná-la mais aerodinâmica e otimizar seu tempo. Margaret é particularmente impiedosa com Andrew, seu assistente, que trabalha com ela há três anos por esperar que a chefa um dia faça justiça ao seu trabalho e o promova a editor. Andrew odeia Margaret. Mas vai ter de se casar com ela, porque ela assim o chantegou: ela é canadense e deixou seu visto expirar,sendo assim deportada a menos que se case com um cidadão americano. Andrew nãodeixa barato e, depois de saber dos riscos judiciais que corre por corroborar com a fraude e ainda assim consentir - sob chantagem - para virar editor assim que tudo aquilo terminasse, faz com que Sandra fique de joelhos diante dele para pedi-lo em falso casamento; que seja, mas de joelhos.



A partir daí, Andrew e Margaret viajam para a casa dos pais dele, no Alasca; em vez de caipiras que abatem alces, ela encontra uma família riquíssima, e o casal - que a princípio se detesta - vai ter que fingir se amar, em meio a beijos de mentira, abraços forçados e situações BEM embarassosas (que Sandra e Ryan excecutam com brilhantismo). E, com o tempo, descobre-se; como já era esperado, que por trás da bruxa existe uma princesa. Quem sabe no que isso vai terminar?


Tudo bem, não é uma história nada original, temos de admitir. Mas não é à toa queo filme vem sendo sucesso de bilheteria em todos os países exibidos. O filme é engraçado do início ao fim, Com uma Margareth metódica, desastrada, arrogante, meiga e completamente hilária (como se todas essas combinações fossem possíveis), um Ryan politicamente correto, frustrado com o relacionamento paterno, determinado e complacente, uma vó mais esperta que todo o resto do elenco, uma mãe coruja frustrada com seu distanciamento do se único filho - e o inacreditável Ramone, com diversas aparições nas cenas mais engraçadas do filme - como quando ele é stripper de uma boate para onde Sandra é levada pela família do noivo ou como padre.


Em uma das cenas mais comentadas, Margareth e Ryan se esbarram nus - e caem no chão um sobre o outro. Sandra mostra seu invejável corpo, até porque ela já conta 44 anos. Além dessa cena, existe a dança de Margareth na floresta, sua interpretação de chefa impiedosa, as famosas "manhãs" - quando assitirem vão entender - entre diversas outras. Tenho duas boas palavras para o filme: Hilário e IMPERDÍVEL. Confiram, depois me digam o que acharam (:
Olhaissodaí.
C.

PRÍNCIPE NADA BARATO...

Como todos sabem, a série Harry Potter está cada vez mais próxima do fim. (deixando uma legião de fãs "órfãos" por todo o mundo, temos de admitir). Pois bem, depois de todos os livros lançados e traduzidos, a saga dos filmes inspirados na série de romances da escritora inglesa J.K. Rowling também chega ao fim. E, diferente do esperado por todos, o filme que estreou aqui no Brasil na última quarta-feira 18 não é o penúltimo filme da série. Na realidade, os sete romances estarão na telona em OITO filmes, sendo que os dois últimos contam a história do sétimo livro, obviamente dividida; para a alegria dos milhões de fãs que cresceram com o bruxinho e agora poder aproveitar mais um pouco de sua famosa - e milionária - história.

Pra quem não sabia, a série de livros rendeu tanto dinheiro para a autora que ela se tornou, por um tempo, a mulher mais rica da inglaterra. 'Poxa, mas ser a mais rica do país não é taaanta coisa assim, olha o tanto de livro que ela vendeu!' É, mas alguem percebeu que pra ser a mulher mais rica da Inglaterra voce tem que ter mais dinheiroque a RAINHA? Pois é, Rowling foi por um bom tempo mais rica que a tradicional e remanescente nobreza de seu país. Chato, não?
Bem, na quarta-feira (15/07) eu, antigo fã da série, fui conferir o filme nos cinemas. PRA QUÊ. Na maioria dos cinemas, quem não tivesse comprado o ingresso pelo menos no dia anterior podia voltar pra casa sem nem pensar em pegar fila, muito bem, obrigado. E pros infelizes que queriam vez as sessões pras quais ainda restavam ingressos, aah meu amigo, FILA! E que fila, rapaz. Depois de uma hora esperando, comprei o ingresso, as indispensáveis pipocas, e fui conferir o filme.

Dirigido por David Yates, que havia dirigido os quatro primeiros filmes, e com o trio de atores principais de volta: o glorioso ator Rupert Grint, de longe o melhor dos três; Rony Weasley. A menina-propaganda da Channel, cuja fortuna quase ultrapassa a do nosso querido Harry, Emma Watson. De beleza indescutível e considerada a jovem mais influente do mundo, segundo a revista Forks Young, atuou muito bem. Hermione Granger. E o nosso Harry Potter, o pior ator do trio, o jovem mais influente do mundo, que vem tentando se firmar na profissão com atuações em curtas e peças de teatro; Daniel Radcliffe. Com orçamento estimado em 200 milhões de dólares - o mais caro da série até aqui - o filme não surpreende, mas também não deixa a desejar. Conta bem a história, tem uma passagem muito interessante tirada da cabeça dos produtores, pois Rowling nunca escreveu nada a respeito de um lobisomem e uma bruxa das trevas invadirem A Toca. (para quem nunca leu o livro, me desculpem, mas vocês não iriam entender mesmo) No final das contas, vale a pena - se você gosta da história - e é um filme mediano para se ver assim, à paisana.

Ah, como poderia me esquecer. É nesse filme que começa o ar de roance tão esperado entre Rony e Hermione, Harry e Gina. Mas nada demais, apenas preparam o terreno para os sétimo e oitavo filmes.

"Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Lord Voldemort ameaça tanto o mundo dos Trouxas quanto o mundo dos bruxos, e Hogwarts já não é o local seguro de outrora. Harry suspeita que o perigo esteja dentro do castelo, mas Dumbledore está mais preocupado em preparar o bruxo para a batalha final que se aproxima rapidamente. Juntos, eles trabalham para superar as defesas de Voldemort. Para isso, Dumbledore recruta o velho amigo e colega, Professor Horácio Slughorn, um inocente bon vivant com bons contatos no mundo da magia, pois acredita que ele possui informações cruciais.Enquanto isso, os estudantes estão sob ataque de um tipo diferente de inimigo, já que os hormônios adolescentes se espalham pelo castelo. Harry se vê cada vez mais interessado em Gina assim como Dino Thomas. E Lilá Brown decide que rony é o namorado ideal, mas não esperava que os chocolates de Romilda Van atrapalhassem seus planos! Já Hermone é tomada pelo ciúme, mas está decidida a não mostrar seus sentimentos. Romances surgem, mas um estudante segue isolado. Ele está determinado a deixar sua marca, mesmo que ela seja sinistra. O amor está no ar, mas a trágedia está no caminho, e Hogwarts pode nunca mais ser a mesma."

Bem, expectativas grandes, filme não tão grande. Mas um prato cheio para fãs de todo o mundo.
Olhaissodaí.
C.